terça-feira, 18 de outubro de 2016

Conto da Madrugada (PROSA)



Conto da madrugada

Madrugada fria, a noite chamava o dia que já havia partido com a última lâmpada que se apagou.... As gotas de orvalho se agasalhavam nas flores do jardim...
Não se ouvia ainda o coro da alvorada, pássaros em sua rotina de despertadores....
A brisa fria acariciava as árvores, que abrigavam os despertadores e a madrugada se arrastava lenta, querendo ficar, mas os primeiros raios de sol já se apresentavam para sua tarefa de aquecer e a madrugada tristonha que, sem alternativa, voltava para o norte, já estava quase se atrasando.
E o dia, que havia morrido, despertou para a nova vida, tentando mais uma vez, dar-nos uma nova chance de evolução.

Jane Moreira




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