quinta-feira, 5 de maio de 2011

Rompendo a escuridão


Mote: Quando os olhos pousam no infinito.


Rompendo a escuridão

Sonhava, sentindo-me desvanecer,
O frio invadindo meu ser
E gelando meu coração...

Sentia que vagava
E minha alma caminhava,
Depois corria pela imensidão.

E eu sonhava sonhos ou fantasia...
Sonhos surreais, que não entendia,
Sobrenaturais? Ou não?

E, ao pousar os olhos no infinito,
Contemplando o mundo que habito,
A claridade invadiu a escuridão.

Escuridão que me envolvia,
E que não compreendia...
No vazio da minha solidão.

Minha alma via
E eu não entendia
E sofria em vão.

E vislumbrei, eu, criatura,
A grandiosa arquitetura,
Devassando a escuridão.

O Grande Ideal
Descortinou-se, afinal:
A suprema perfeição.

E minhas viagens oníricas
Ganharam sentido real...


Jane Moreira





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